O câncer de mama é o tumor mais comum entre mulheres no Brasil e no mundo. O diagnóstico precoce continua sendo o fator que mais determina as chances de cura, e as opções de tratamento evoluíram muito nas últimas décadas, tornando possível tratar a doença com cada vez mais precisão e menos efeitos colaterais.

AGENDAR UMA CONSULTA

O que é o câncer de mama

O câncer de mama resulta da multiplicação anormal de células na glândula mamária. Pode ter origem nos ductos, que são os canais que conduzem o leite, ou nos lóbulos, responsáveis pela sua produção. Existem diferentes subtipos, classificados de acordo com os receptores hormonais e moleculares do tumor, como o luminal A, luminal B, HER2 positivo e triplo negativo. Cada subtipo tem comportamento e resposta terapêutica distintos.

Principais sinais e sintomas do câncer de mama

  • Nódulo firme na mama ou na axila
  • Alteração no formato ou no tamanho da mama
  • Saída de secreção pelo mamilo sem amamentação
  • Inversão ou retração do mamilo
  • Vermelhidão, descamação ou espessamento da pele da mama
  • Dor mamária persistente e localizada

Como é feito o diagnóstico

A mamografia é o principal exame de rastreamento. Dependendo do caso, o ultrassom e a ressonância magnética complementam a avaliação. A biópsia confirma o diagnóstico e permite identificar o subtipo do tumor, o que é fundamental para definir o tratamento mais adequado.

Como a Dra. Anezka atua nesse tipo de tumor

Câncer de mama é a principal especialidade da Dra. Tem certificação internacional pela European School of Oncology e Ulm University e um doutorado que investiga a relação entre ansiedade e câncer de mama. Esse olhar para o impacto emocional da doença é parte do seu trabalho clínico: acompanha a paciente de forma integral, do diagnóstico ao pós-tratamento, com atenção ao que ela vive dentro e fora do consultório.

Quando procurar avaliação

Qualquer nódulo novo, alteração no formato da mama ou secreção pelo mamilo merece investigação. Não espere o próximo exame de rotina se algo chamou sua atenção antes.

AGENDAR UMA CONSULTA

Perguntas frequentes

Sim, embora seja muito mais raro. Representa cerca de 1% dos casos, mas merece atenção e tratamento com a mesma seriedade.

Para mulheres sem fatores de risco específicos, o rastreamento anual é recomendado a partir dos 40 anos. Para quem tem histórico familiar ou mutações genéticas, a avaliação pode começar antes.

Apenas 5 a 10% dos casos estão associados a mutações hereditárias, como BRCA1 e BRCA2. A maioria dos casos é esporádica, sem causa genética identificada.