A cirurgia oncológica é uma modalidade de tratamento que pode ser indicada para a remoção de tumores em casos selecionados. A decisão depende do tipo de câncer, estágio da doença, localização do tumor, exames realizados, condições clínicas do paciente e avaliação da equipe multidisciplinar.

A Dra. Anezka Ferrari é oncologista clínica em São Paulo e participa da avaliação e do planejamento do tratamento oncológico, orientando quando a cirurgia pode fazer parte da estratégia terapêutica e quando outras modalidades, como quimioterapia, radioterapia, imunoterapia, hormonioterapia ou terapias direcionadas, podem ser necessárias.

Nesta página, você entende como funciona a cirurgia oncológica, quando ela pode ser indicada e qual é o papel da oncologista clínica no acompanhamento do paciente antes e depois do procedimento.

Cirurgia Oncológica

Como funciona o tratamento com cirurgia oncológica?

A Cirurgia Oncológica pode ser realizada de forma isolada, quando a doença está em estágios iniciais e não houve disseminação do tumor para outros locais ou pode ser aplicada junto a outras modalidades terapêuticas. As outras terapias são classificadas da seguinte forma:

  • Terapia neoadjuvante: a quimioterapia ou a radioterapia se caracterizam como neoadjuvantes quando são aplicadas antes da cirurgia, com o objetivo de reduzir o tamanho do tumor.
  • Terapia adjuvante: a quimioterapia ou a radioterapia se caracterizam como adjuvantes quando são aplicadas depois da cirurgia, para eliminar as células tumorais remanescentes.

Um dos princípios básicos da cirurgia oncológica são as margens de segurança, o que significa que, além de retirar o tumor, são removidas também partes das regiões adjacentes à formação, com o objetivo de obter um melhor resultado.

Quando a cirurgia oncológica pode ser indicada?

A cirurgia oncológica pode ter intenção curativa quando não houve metástase, ou seja, quando o tumor não se espalhou. Porém, muitas vezes, só se confirma se houve metástase ou não no momento da cirurgia. É comum durante a remoção de um tumor a retirada também dos linfonodos mais próximos, para ver se houve disseminação cancerígena para eles. Diante da confirmação de presença de material tumoral nestes linfonodos, diagnostica-se a metástase e são aplicadas as terapias adjuvantes.

Em outros casos, já com a metástase confirmada, pode-se recorrer à cirurgia oncológica para reduzir o tamanho do câncer, com o enfoque em potencializar o efeito da quimioterapia ou radioterapia. Também pode ser aplicada para aliviar sintomas de regiões obstruídas ou comprimidas. 

A remissão completa por cirurgia de tumores que se espalharam é pouco viável, devido à dificuldade de encontrar todos os focos de câncer. As áreas que permanecem continuam a crescer, sendo necessário fazer uso de terapias sistêmicas (quimioterapia, imunoterapia, radioterapia, terapia alvo-molecular).

Destacamos que a cirurgia oncológica não pode ser aplicada no tratamento de todo tipo de tumor. Há casos em que o tumor se desenvolve em um local no qual o acesso é extremamente difícil, ou ele pode afetar um órgão bastante necessário, ou a operação prejudicaria a funcionalidade de uma região crucial. Assim, a cirurgia oncológica não é recomendada para todos os casos. 

Avaliação para cirurgia oncológica com oncologista clínica

A Dra. Anezka Ferrari atua como oncologista clínica em São Paulo e participa da avaliação do diagnóstico, revisão de exames e planejamento do tratamento oncológico. Quando há possibilidade de cirurgia oncológica, a paciente é orientada sobre os próximos passos e encaminhada para a equipe cirúrgica adequada.

Para avaliação individualizada sobre cirurgia oncológica em São Paulo e orientação sobre o tratamento.

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