O câncer colorretal é um dos tumores mais comuns em homens e mulheres e um dos que mais se beneficiam do rastreamento regular. A colonoscopia ainda é a ferramenta mais eficaz para detectar lesões antes que se tornem malignas.

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O que é o câncer de cólon?

O câncer de cólon se origina nas células da mucosa do intestino grosso. Na maioria dos casos, se desenvolve a partir de pólipos adenomatosos que, ao longo do tempo, sofrem transformação maligna. Por isso, a detecção e remoção precoce de pólipos durante a colonoscopia tem impacto direto na prevenção da doença. O câncer retal, que acomete os últimos centímetros do intestino grosso, é frequentemente agrupado com o colônico sob o termo câncer colorretal.

Principais sinais e sintomas do câncer de cólon

  • Sangramento nas fezes ou sangue vivo pelo ânus
  • Alteração persistente no hábito intestinal (diarreia ou constipação)
  • Sensação de evacuação incompleta
  • Dor ou cólica abdominal
  • Perda de peso sem causa aparente
  • Anemia sem origem identificada

Como é feito o diagnóstico

A colonoscopia com biópsia é o exame padrão para diagnóstico. A tomografia computadorizada avalia a extensão local e a presença de metástases, especialmente no fígado e no pulmão. O estadiamento orienta as decisões terapêuticas.

Como a Dra. Anezka atua nesse tipo de tumor

O câncer colorretal é um tumor em que o perfil molecular tem papel crescente na escolha do tratamento, especialmente com a identificação de mutações como RAS, BRAF e instabilidade de microssatélites. Ela utiliza essas informações para personalizar o plano terapêutico e identificar quais pacientes podem se beneficiar da imunoterapia ou de terapias-alvo específicas.

Quando procurar avaliação

Sangramento nas fezes, alteração no hábito intestinal que persiste por mais de duas semanas ou anemia sem causa identificada são sinais que exigem investigação. Para pessoas acima dos 45 anos ou com histórico familiar, o rastreamento deve ser feito mesmo sem sintomas.

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Perguntas frequentes

Para pessoas sem fatores de risco, a colonoscopia de rastreamento é recomendada a partir dos 45 anos. Quem tem histórico familiar de câncer colorretal ou pólipos deve começar mais cedo, geralmente 10 anos antes da idade do familiar afetado.

Não. A maioria dos pólipos é benigna e nunca se torna maligna. Mas alguns tipos, especialmente os adenomas de maior tamanho, têm potencial de transformação. Por isso a remoção durante a colonoscopia é recomendada.

Sim, em alguns casos. Síndromes como polipose adenomatosa familiar e síndrome de Lynch aumentam muito o risco e exigem rastreamento específico e acompanhamento multidisciplinar.