O câncer de ovário é o tumor ginecológico com maior mortalidade, principalmente porque raramente apresenta sintomas nas fases iniciais. Por isso, conhecer os fatores de risco e manter acompanhamento ginecológico regular são atitudes que podem fazer diferença real.

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O que é o câncer de ovário?

O câncer de ovário se origina nas células do ovário e pode ter diferentes tipos histológicos. O mais comum é o carcinoma epitelial, que representa mais de 90% dos casos. Outros tipos, como os tumores de células germinativas e os tumores do estroma, são menos frequentes e têm comportamento distinto. Cada subtipo responde de forma diferente ao tratamento.

Principais sinais e sintomas do câncer de ovário

  • Distensão ou inchaço abdominal persistente
  • Dor ou pressão na pelve ou no abdome
  • Dificuldade para comer ou saciedade precoce
  • Necessidade frequente de urinar
  • Alterações no hábito intestinal
  • Cansaço sem causa aparente

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico costuma envolver ultrassom transvaginal, tomografia computadorizada e dosagem do marcador CA-125. A confirmação é feita por biópsia, geralmente durante a cirurgia. O estadiamento cirúrgico é fundamental para orientar o tratamento.

Como a Dra. Anezka atua nesse tipo de tumor

O câncer de ovário exige um plano terapêutico muito bem estruturado desde o início, especialmente porque a maioria dos casos é diagnosticada em estágios avançados. Ela acompanha a paciente de perto ao longo do tratamento, com atenção à resposta terapêutica e ao manejo dos efeitos colaterais, e utiliza terapias modernas como os inibidores de PARP em casos selecionados.

Quando procurar avaliação

Distensão abdominal persistente, pressão pélvica ou alterações urinárias que duram mais de algumas semanas merecem investigação, especialmente em mulheres acima dos 50 anos ou com histórico familiar de câncer de ovário ou de mama.

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Perguntas frequentes

Não. O CA-125 é um marcador útil para acompanhamento, mas não é específico para o diagnóstico. Pode estar elevado em outras condições benignas. A interpretação sempre deve ser feita em conjunto com outros exames.

Sim. Mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 aumentam significativamente o risco de câncer de ovário, além do de mama. Mulheres com essas mutações devem ser acompanhadas de forma específica.

A salpingo-ooforectomia preventiva reduz muito o risco em mulheres com mutações de alto risco, mas é uma decisão que envolve muitos fatores e deve ser discutida com cuidado.